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Merecimento Terça-feira, 21 Julho 2009

Posted by J. Roveda Jr. in Cabala, Kaballah, Kabbalah, The Secret.
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Sou merecedor.

Mereço tudo o que é bom.

Não uma parte, não um pouquinho,mas tudo o que é bom.

Agora me afasto de todos os pensamentos negativos, restritivos.

Liberto e deixo ir todas as minhas limitações.

Em minha mente, sou livre.

Agora me transporto para um novo espaço de consciência, onde estou disposto a me ver de maneira diferente.

Estou decidido a criar novos pensamentos sobre mim mesmo e minha vida.

Meu modo de pensar torna-se uma nova experiência.

Eu agora sei e afirmo que sou uno com o Poder de Prosperidade do Universo.

Assim, prospero de inúmeras maneiras.

Está diante de mim a totalidade das possibilidades.

Mereço vida – uma boa vida.

Mereço amor – uma abundância de amor.

Mereço boa saúde.

Mereço viver – com conforto e prosperar.

Mereço alegria e felicidade.

Mereço a liberdade – de ser tudo o que posso ser.

Mereço mais do que isso. Mereço tudo o que é bom.

O Universo está mais do que disposto a manifestar minhas novas crenças.

Aceito essa vida abundante com alegria, prazer e gratidão, pois sou merecedor.

Eu a aceito; sei que é verdadeira.

Sou grato a Deus – por todas as bênçãos que recebo.

- Louise L. Hay

Ressonância Quarta-feira, 03 Dezembro 2008

Posted by J. Roveda Jr. in The Secret.
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piano

“Semelhante atrai semelhante” – essa é uma frase bastante conhecida para qualquer um que lide com energia. Quando ressonamos na mesma freqüência daquilo que desejamos, nossa vibração torna-se idêntica à vibração da realidade  em nossa vida.

Só que a vibração é algo tão preciso quanto as notas de um piano e todos sabemos como uma nota errada em meio a uma melodia pode estragar tudo. Portanto devemos manter essa vibração “afinada” sempre que pudermos e pelo máximo de tempo que conseguirmos.

Mas, quantas vezes a gente tem idéias, se empolga, arregaça as mangas pra entrar em ação e faz os primeiros movimentos…só pra perder a empolgação dois ou três dias depois. E tudo porque não vimos resultado algum. Nessas horas, aquele esforço de afinação vibracional cede um pouco, e se no dia seguinte não enxergamos resultado, cede mais um pouco, e assim vai até que os pensamentos de desistência sejam maiores do que nossa ressonância com aquilo que queremos.

Quase todo mundo faz na escola a experiência do grão de feijão num vidro com algodão e água. Quantas vezes você verificou seu pote pra ver se o feijão tinha germinado ANTES de ele realmente germinar, a ponto de atrapalhar o desenvolvimento da planta? Pois é a mesma coisa com os coisas que você projeta!

Em suma: não dá pra ressonar com a prosperidade e felicidade quando nos perguntamos por que ela ainda não aconteceu (o que, particularmente me explica muita coisa). O pulo do gato aqui é estar tão feliz no presente que você sente como se (o que quer que seja) já tenha acontecido. Você fica tão feliz que nem ao menos se incomoda de maneira alguma – simplesmente por estar feliz.

E é claro, quando estamos felizes, a prosperidade vem logo atrás.

The name of the game* Domingo, 16 Novembro 2008

Posted by J. Roveda Jr. in Cabala, Kaballah, Kabbalah, The Secret.
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…what’s the name of the game? / does it mean anything to you? …

(…qual o nome do jogo? / ele diz alguma coisa pra você?…)

Bem, nomes deveriam sempre significar algo para nós, afinal eles carregam consigo nada mais nada menos do que PODER! É, poder. Dizem que Adão foi um homem de muito poder, pois ganhou de Deus a oportunidade de nomear todas as coisas no Paraíso – o que dentro da Cabala quer dizer que quem determinou as características energético-espirituais dessas coisas foi ele.

Mas deixando a explicação técnica de lado, vamos a exemplos bem comuns do princípio de que nomes dão vida às coisas que nomeamos. Por exemplo: pense em um brinquedo de sua infância, um boneco, de preferência…ele tinha um nome, não tinha? E a partir desse nome é que ele começou a ter vida (para você), certo? Pois é, nos livros do Harry Potter o nome do Voldemort não pode ser dito por ninguém, com medo de que ele os encontre. Como ele não tem forma nos primeiros livros, ficar chamando o “inominável” foi o que acabou por – literalmente – lhe dar corpo. Ou seja, a gente plasma as coisas do astral.

O Peter Pan diz que quando alguém fala: “Eu não acredito em fadas”, uma delas morre – é o prinícipio inverso do Voldemort. E nos mostra que se funciona para o lado negativo, funciona para o lado positivo também.

Então fica a dica de nomear sua carteira como “A próspera”, ou o seu lar como “Lugar de gente feliz” e ver o que acontece.

 

 

 

 

*The name of the game é o nome de uma música do Abba