O Cão! sábado, 13 fevereiro 2010
Posted by J. Roveda Jr. in Cabala, Kaballah, Kabbalah.Tags: diabo, pensamento, vontade
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(Esse é o último post antes da minha merecida semana de férias durante o carnaval. A propósito, se alguém estiver no Rio de Janeiro e quiser conversar, me escreve pra combinar alguma coisa)
Eu sempre vejo na TV, em qualquer novela que se passe no nordeste, chamarem o diabo de cão. Achava esse nome engraçado até que dia desses, ao assistir a um programa sobre adestramento canino, cheguei à conclusão de que esse é um ótimo nome para definí-lo.
Em primeiro lugar, vamos despersonificar esse diabo, ok? Ele não é um ser de chifres cuspindo fogo, com asas de morcego nas costas e um tridente na mão.
O verdadeiro diabo reside – oh, surpresa, dentro de nós. São nossos maus pensamentos, más ações, más palavras, é a nossa má-vontade, nossa falta de respeito (porque uma pessoa pode não ter sido educada mas ser muito respeitosa com o outro), nosso egoísmo, nossa raiva, nossas posturas mesquinhas…enfim, todas aquelas coisinhas ruins que vocês e eu temos mas que não gostamos muito de lembrar.
Daí que esses impulsos existentes dentro de nós precisam ser domados. Precisam ser adestrados, porque são eles que dão corpo e força ao diabo.
E a regra número um ao adestrar cães é: nunca demonstrar medo. A segunda é sempre mostrar quem é que manda.
Então eu pergunto: alguém aí tem medo do cão? É só não deixar que ele tome conta…
Contradição: quem não tem? segunda-feira, 25 janeiro 2010
Posted by J. Roveda Jr. in Cabala, Kaballah, Kabbalah, Reflexão.Tags: energia, pensamento, reiki
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Os meses de janeiro e fevereiro são tradicionalmente meses mais parados em termos de negócios/clientes – a menos, é claro, que você lide com moda ou turismo. Quem trabalha na área de terapias complementares experimenta uma baixa maior ou menor na sua agenda, afinal o povo todo vai para a praia e não quer nem saber de se cuidar.
Após alguns meses de janeiro com baixa, resolvi declarar (e assim plasmar do astral) que janeiro seria um mês tão movimentado quanto os demais – sem essa de baixa!
Qual a minha surpresa ao conversar com um amigo – que é mestre Reiki – e ouvir dele que, realmente esse janeiro, como tu falas, não foi nada baixo – meu movimento anda bem bom.
Surpresa porque eu tinha esquecido desse meu decreto, que diz que janeiro seria um mês movimentado, e acabei por entrar na energia da escassez ilusória de janeiro. Uma contradição do tamanho de um bonde, porque eu falei, mas não fiz.
São essas minhas incoerências que me fazem pensar no tanto que eu tenho a melhorar ainda, como lembrar que os pensamentos tem poder. Muito poder.
Nós, animais de zôo sexta-feira, 18 dezembro 2009
Posted by J. Roveda Jr. in Cabala, Kaballah, Kabbalah.Tags: evolução, felicidade, pensamento, transformação
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Ontem pela manhã assisti a uma reportagem sobre como animais no zôo são mais propensos ao stress do que animais soltos. Na natureza, via de regra, os animais precisam buscar água, buscar comida, precisam se proteger de predadores. Há todo um trabalho que eles tem de executar que não existe no cativeiro. E esse ócio deixa os animais estressados.
A reportagem mostrou então como biólogos tentavam dificultar o acesso a algumas coisas, de modo que isso gerasse um desafio, a fim de entreter os animais. Na hora eu me lembrei de que isso acontece com a gente também.
Imaginem tudo dado de mãos beijadas. Todos os nossos desejos realizados instantaneamente. Basta querer e pronto, lá está o nosso desejo/pedido sendo prontamente atendido.
Podemos até pensar por um momento que isso seria maravilhoso, que nada poderia ser melhor. Mas eu vou usar uma metáfora para descrever o quão errada é essa percepção.
Imagine uma roda de amigos. Todo mundo sai para jantar e resolvem pagar a sua conta. Ótimo, não? De fato ter a conta paga sempre é bom. Mas daí na semana seguinte sai todo mundo para jantar de novo e novamente pagam a sua conta. Na terceira vez, pagam de novo. E nas próximas semanas, pelos próximos, 2 anos será asssim.
Vai levar quanto tempo pra bater o constrangimento e a vontade de pagar não só a própria conta mas a conta de um amigo?
Pois é isso o que acontece com a gente nesse nível físico: nós temos de pagar nossa própria conta. Fomos nós quem dissemos à Luz que queríamos fazer isso, caso contrário seríamos almas tão estressadas quanto animais em cativeiro.
Por isso que hoje em dia temos de buscar a Luz. Em atitudes, pensamentos, palavras. Nem sempre é fácil, tem uma série de obstáculos até a gente chegar lá, mas no final somos recompensados duplamente: nos livramos do stress que é ter tudo de mãos beijadas e ainda ganhamos algo que nos agrada!
No mínimo nojento domingo, 06 dezembro 2009
Posted by J. Roveda Jr. in Astrologia.Tags: evolução, felicidade, pensamento
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De acordo com esse post aqui (em inglês, no original) a Lincoln University, na Pennsylvania, está adotando um critério, no mínimo, nojento. Alunos prestes a concluirem qualquer curso nessa instituição, tem o seu IMC (índice de massa corporal) avaliado. Aqueles que obtém resultados muito altos, são obrigados a freqüentar disciplinas extras sobre como se alimentar direito e como manter uma vida (fisicamente) saudável. Ou seja: mais tempo na faculdade e mais grana gasta nessa faculdade.
Será que as pessoas andam tão loucas assim no hemisfério norte com essa paranóia sobre gordura?! Tem gente que malha, caminha, se exercita mas é gorda…e tem gente que vive e a comer (e tomar, e inalar) porcarias e apenas por ter um bom metabolismo não engorda.
Esse texto não é uma apologia à gordura, nem à magreza. É só uma reflexão a respeito de como as coisas andam nesse mundo. Somos todos tão preocupados com a aparência que inventamos meios de impor padrões estéticos. Será que ainda estamos rastejando na chamada Era de Aquário que só prestamos atenção ao que é ditado por algumas pessoas? Creio que o fato de haver cada vez mais programas tratando sobre moda, beleza e comportamento relacionado a esses dois assuntos é um indício de que ainda estamos muito longe do ideal aquariano de igualdade.
Na verdade, se vocês observarem por um instante, verão o quão padronizado e massificado está o pensamento das pessoas. Parece que todo mundo anda saindo da mesma forminha…
Ceticismo, sempre há quinta-feira, 26 março 2009
Posted by J. Roveda Jr. in Cabala, Kaballah, Kabbalah, The Secret.Tags: ceticismo, mente, pensamento, segredo
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Muita gente assistiu a O segredo, né? Até os que não gostam de admitir o assistiram.
Pois bem, quantos ficaram ricos depois de assistir ao filme? Quantos encontraram o amor de suas vidas? Pouca gente, né?
Agora eu pergunto: alguém seguiu à risca o que o filme ou o livro mandava? Não. Aparentemente todo mundo achou aquilo meio idiota e não seguiu as instruções – talvez por parecer simples demais.
Conheci, certa vez, um senhor com uma boa ênfase em Virgem que dizia o seguinte: O difícil é fazer fácil! E ele estava, ao dizer isso, coberto de razão.
Creio que as pessoas até se decepcionaram com o filme porque esperavam alguma fórmula mágica (três pulinhos pra frente, meia volta pra direita em uma noite de lua cheia de setembro…ou algo que o valha) mas se depararam com uma coisa simples: o poder do pensamento.
Mas daí entrou o ceticismo…que é uma armadilha da mente e bagunçou exatamente o que precisava ser mexido: o pensamento. Ao invés de a gente observar os pensamentos ou mesmo fazer as visualizações, achamos tudo ridículo e desacreditamos de tudo.
Realmente, assim não tem Segredo que dê jeito…
