Nós, animais de zôo sexta-feira, 18 dezembro 2009
Posted by J. Roveda Jr. in Cabala, Kaballah, Kabbalah.Tags: evolução, felicidade, pensamento, transformação
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Ontem pela manhã assisti a uma reportagem sobre como animais no zôo são mais propensos ao stress do que animais soltos. Na natureza, via de regra, os animais precisam buscar água, buscar comida, precisam se proteger de predadores. Há todo um trabalho que eles tem de executar que não existe no cativeiro. E esse ócio deixa os animais estressados.
A reportagem mostrou então como biólogos tentavam dificultar o acesso a algumas coisas, de modo que isso gerasse um desafio, a fim de entreter os animais. Na hora eu me lembrei de que isso acontece com a gente também.
Imaginem tudo dado de mãos beijadas. Todos os nossos desejos realizados instantaneamente. Basta querer e pronto, lá está o nosso desejo/pedido sendo prontamente atendido.
Podemos até pensar por um momento que isso seria maravilhoso, que nada poderia ser melhor. Mas eu vou usar uma metáfora para descrever o quão errada é essa percepção.
Imagine uma roda de amigos. Todo mundo sai para jantar e resolvem pagar a sua conta. Ótimo, não? De fato ter a conta paga sempre é bom. Mas daí na semana seguinte sai todo mundo para jantar de novo e novamente pagam a sua conta. Na terceira vez, pagam de novo. E nas próximas semanas, pelos próximos, 2 anos será asssim.
Vai levar quanto tempo pra bater o constrangimento e a vontade de pagar não só a própria conta mas a conta de um amigo?
Pois é isso o que acontece com a gente nesse nível físico: nós temos de pagar nossa própria conta. Fomos nós quem dissemos à Luz que queríamos fazer isso, caso contrário seríamos almas tão estressadas quanto animais em cativeiro.
Por isso que hoje em dia temos de buscar a Luz. Em atitudes, pensamentos, palavras. Nem sempre é fácil, tem uma série de obstáculos até a gente chegar lá, mas no final somos recompensados duplamente: nos livramos do stress que é ter tudo de mãos beijadas e ainda ganhamos algo que nos agrada!
No mínimo nojento domingo, 06 dezembro 2009
Posted by J. Roveda Jr. in Astrologia.Tags: evolução, felicidade, pensamento
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De acordo com esse post aqui (em inglês, no original) a Lincoln University, na Pennsylvania, está adotando um critério, no mínimo, nojento. Alunos prestes a concluirem qualquer curso nessa instituição, tem o seu IMC (índice de massa corporal) avaliado. Aqueles que obtém resultados muito altos, são obrigados a freqüentar disciplinas extras sobre como se alimentar direito e como manter uma vida (fisicamente) saudável. Ou seja: mais tempo na faculdade e mais grana gasta nessa faculdade.
Será que as pessoas andam tão loucas assim no hemisfério norte com essa paranóia sobre gordura?! Tem gente que malha, caminha, se exercita mas é gorda…e tem gente que vive e a comer (e tomar, e inalar) porcarias e apenas por ter um bom metabolismo não engorda.
Esse texto não é uma apologia à gordura, nem à magreza. É só uma reflexão a respeito de como as coisas andam nesse mundo. Somos todos tão preocupados com a aparência que inventamos meios de impor padrões estéticos. Será que ainda estamos rastejando na chamada Era de Aquário que só prestamos atenção ao que é ditado por algumas pessoas? Creio que o fato de haver cada vez mais programas tratando sobre moda, beleza e comportamento relacionado a esses dois assuntos é um indício de que ainda estamos muito longe do ideal aquariano de igualdade.
Na verdade, se vocês observarem por um instante, verão o quão padronizado e massificado está o pensamento das pessoas. Parece que todo mundo anda saindo da mesma forminha…
Crescimento x distância segunda-feira, 20 julho 2009
Posted by J. Roveda Jr. in Cabala, Kaballah, Kabbalah.Tags: crescimento, energia, evolução, Luz
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Com esse post eu não tenho a menor pretensão de dizer que sou mais ou menos evoluído que A ou B. Penso eu que todo mundo que está encarnado hoje em dia está “ralando” pra evoluir. É dito que a única diferença entre quem faz o bem a outros e quem faz muito mal a outros é o grau de Luz que esse pessoa já revelou/descobriu.
Mas tem casos que ainda me deixam de boca aberta.
Estava eu a conversar sobre o tempo (condições meteorológicas) com uma amiga e disse que há previsão de formação ciclone na costa de Buenos Aires para essa semana. Ao que ela me disse: “ah, or argentinos que se danem!”.
Como assim os argentinos que se danem?! Como assim os outros que se danem? Peraí, né? A vida não é assim. Quando eu era adolescente até brincava com o frase “eu estando bem, os outros que se danem” – mas daí a vida adulta me mostrou que não é por aí.
E eu confesso ter ficado surpreso com essa frase da minha amiga. Juro que eu achei que – depois de tantos anos – ela tivesse mudado ou aprendido algo. O pior é que não para por aqui.
Quando eu disse que tempo severo na Argentina significava, quase que invariavelmente, tempo severo por aqui também.
E lá vem outra pérola: “…mas isso é só na fronteira, né? E daí, quem se importa?”
E lá fui eu explicar que – independente de ser aqui, na Argentina, no Canadá, na casa da Mãe Joana – tempestades causam danos materiais e a morte de algumas pessoas. E isso não é legal, sob nenhum aspecto. Disse que algumas vezes há o investimento de uma vida inteira levado por um vendaval.
Pois é, sabem o que eu aprendi disso? Que nem ela, nem eu estamos tão evoluídos assim. Porque apesar de eu já não mais ser indiferente ao sofrimento alheio, me deixei incomodar pela freqüência dela…e isso foi desatenção da minha parte.
Expresso Trans-Dimensional* quarta-feira, 22 outubro 2008
Posted by J. Roveda Jr. in Astrologia, Cabala, Kaballah, Kabbalah.Tags: alma, ascendente, assiá, espírito, evolução
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Pensem em nosso corpo físico e imaginem-se dentro de um traje espacial. É difícil de nos movimentarmos, pois ele restringe muita de nossa agilidade. No entanto é esse traje que nos permite andar pela terra. Sem ele, não haveria como nossa alma interagir com o mundo de Assiá (Ação, também chamado de Plano Físico), de modo que nossa evolução espiritual seria impossível.
Pois bem, não é só nossa alma que se reveste de corpo pra poder interagir com o mundo físico – nosso espírito também se reveste de alma, de modo que essa última possa entrar em nosso corpo.
Se o espírito entrasse diretamente no corpo, sem a alma como intermediária, teríamos um curto-circuito. É preciso que o espírito (Sol/Tiphereth) tenha um “amortecimento” de sua energia, e é aí que a alma (Lua/Yesod) aparece.
Em um mapa natal, essa tríade Espírito-Alma-Corpo é mostrada respectivamente pelo Sol, pela Lua e pelo Ascendente.
No entanto, além do Espírito temos a tão falada Centelha Divina. Essa chispa do Fogo Divino precisa transformar-se em Espírito, a fim de transpôr o Abismo que nos separa de Deus.
Só pra lembrar: essa separação é necessária!! Lembrem-se de que somos um reflexo de Deus e não Ele – portanto devemos estar frente a frente com o Criador e não fundidos como um dia já estivemos.
Então temos a Centelha que cruza o Abismo e se converte em Espírito, aumentando sua densidade de modo a existir como uma entidade separada da Unidade. Esse Espírito, por sua vez, também precisa ficar um pouco mais denso a fim de poder entrar em um corpo. Nesse estágio a energia já é alma (mais fluida do que o espírito), pronta a adentrar o corpo físico no momento da concepção. Por fim, essa alma ganha uma forma, entra em um molde, um corpo que lhe permite executar o trabalho a que foi destinada.
Adam Kadmon segunda-feira, 13 outubro 2008
Posted by J. Roveda Jr. in Cabala, Kaballah, Kabbalah.Tags: adam, espiritualidade, evolução, kadmon
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Adam Kadmon é o nome do ser humano primordial. Por tratar-se de um arquétipo (algo acima do real), é perfeito. Na verdade Adam Kadmon é o filho de Deus, aquele no qual todas as características Dele são refletidas.
Apesar do nome, Adam Kadmon não é a mesma figura que o Adão bíblico.
Bem, vocês devem estar se perguntando o que temos a ver com essa figura. Acontece que, como células de um organismo vivo, nossas almas são parte dele. Nós somos pequenas partes de um todo maior. O todo da humanidade é Adam Kadmon. E assim como diferentes células formam diferentes órgãos, e cada um deles por sua vez tem uma função diferente no corpo.
O trabalho espiritual de cada um de nós – indepentende do credo, posição social, etnia ou qualquer outra distração que nos traga a ilusão de que somos diferentes – deve nos levar de volta a Adam Kadmon, para que ele também evolua.
Portanto, não basta a gente cuidar somente “do nosso”. É preciso auxiliar os outros também em sua evolução. Mesmo porque a gente não tem a menor idéia de quanto tempo levaremos nesse processo coletivo.
