Anjos no jornal Quinta-feira, 23 Julho 2009
Posted by J. Roveda Jr. in Astrologia, Cabala, Kaballah, Kabbalah.Tags: anjos, Deus
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No post anterior eu disse que minha porta de entrada para a Cabala foi o estudo dos anjos. O principal motivo que me fez parar e trabalhar com os anjos foi a enorme quantidade de informação errada que se encontra por aí. De maneira generalizada.
No que diz respeito a anjos (desculpem o tom de desabafo), as pessoas vão pelo fácil e errado. A maneira correta de se saber quais são os anjos que estão à nossa disposição é calculando o mapa natal. Não tem outro jeito.
Não adianta olhar tabelas de dias e ver que hoje o anjo do dia é X quando na verdade é B (a discrepância é tão grande que nem o Y eu usei). O problema é que uma pesquisada rápida no Google e tudo o que vamos achar são essas referências erradas. Eu já expliquei anteriormente que é preciso saber o nome correto do anjo a fim de entrar em contato com ele.
Na verdade chamamos de anjo uma força divina que age como intermediária entre nós e Deus. Certa vez alguém disse (um dos Berg? eu não sei) que os anjos são como os contatos de nosso celular: para falar com “fulano” procuramos por fulano em nossa lista.
Agora imaginem que vocês têm um desabafo pra fazer e ao invés de ligar para o melhor amigo, ligam para o seu chefe. Os resultados além de não serem os mesmos podem ser catastróficos.
Pois é exatamente isso o que acontece com as pessoas que estão a fazer uso das forças angélicas erradas: os resultados não são satisfatórios ou então levam muito mais tempo para acontecer. Eu sempre brinco dizendo que o “Céu” é burocrático, mas na verdade o Universo é assim. Se pedirmos água, ele não nos dará leite, nem vinho, nem qualquer outra bebida, mas sim água.
Se nosso anjo físico for Sitael, não adianta de nada orarmos por Vasariah. O que vai acontecer é que esse pedido vai ter de atravessar vários “departamentos” até chegar ao seu destino final…e depois voltar! Porque se quem foi invocado foi Vasariah, quem vai ter de atender ao seu pedido é ele – mesmo que sua essência não seja correspondente a esse pedido.
Em outras palavras, é como comprar remédio no açougue…ou roupa na padaria…
Pedido encarecido Quarta-feira, 25 Junho 2008
Posted by J. Roveda Jr. in Cabala.Tags: 72, de, Deus, nomes
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Gente, de tempos em tempos nos deparamos com algum amigo, parente ou conhecido doente – de maneira grave ou não.
Uma das coisas que fazemos quando há alguém próximo nessa situação, é rezar para que a saúde desse alguém se restabeleça (e se você não tem esse hábito, procure criar espaço em sua vida para fazê-lo).
O que eu gostaria de pedir a vocês é que usem esse nome, tirado dos 72 nome de Deus quando tiverem alguém doente. Essa combinação de letras é absolutamente poderosa e vocês podem mentalizá-la sobre a pessoa que está doente.
Ah, e tem um efeito colateral de que eu preciso falar: ao usar esse nome em outra pessoa, inevitavelmente a gente também se beneficia.
Acho que é um preço justo a se pagar não?
É só clicar e baixar.
Shemá Segunda-feira, 26 Maio 2008
Posted by J. Roveda Jr. in Cabala, Kaballah, Kabbalah.Tags: aryeh, Deus, God, kaplan, meditação, shema
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A Shemá é parte importante das orações judaicas e há o costume de recitá-la pela manhã ao rezarmos por mais uma noite de sono na qual fomos resguardados pela misericórdia divina e ao deitarmos quando damos graça por tudo o que nos aconteceu ao longo do dia.
Mas o que essa frase quer dizer? De acordo com o genial Aryeh Kaplan:
A Shemá nos pede para ouvirmos com cada fibra de nosso ser, dizendo-nos para abrimos nossas percepções completamente, de modo a experimentarmos a unidade de Deus.
O nome Israel, usado no começo, é o nome dado a Jacó depois que ele luta com o anjo (Gênesis 32:28). De acordo com a Torá, o nome Israel quer dizer “ele que luta com o Divino”. Há uma série de discussões a respeito da natureza do anjo que Jacó enfrentou no caminho de volta para casa – se esse era um anjo de luz ou sombra. Independente disso, o ponto aqui é que quando uma pessoa luta com o divino, ela se abre tanto para o bem quanto para o mal – ao combater as forças do bem ou do mal.
Comentários afirmam que a luta entre Israel e o anjo deu-se em um estado meditativo, ao invés de um estado físico. O nome Israel pertenceria, portanto, ao estado espiritual e aos enfrentamentos nesse plano.
Uma vez em estado meditativo, nos conectamos ao espiritual. A Shemá se remete a qualquer um que medite em busca de uma resposta e faz um chamado ao Israel arquetípico dentro de nós.
Esse Israel arquetípico é a parte de nós que deseja transcender os limites físicos e busca o espiritual. A Shemá diz para esse Israel ouvir, para silenciar a mente completamente e perceber a mensagem da unidade de Deus. No entanto, só é possível ouvir perfeitamente e sem nenhuma intereferência em estado meditativo.
Quando dizemos Adonai, falamos daquilo para o qual a mente ainda não tem uma categoria definida. Ainda assim, na próxima palavra “Eloheinu” chamamos Adonai de “nosso Deus”, e reconhecemos que podemos nos relacionar com Deus e experimentar sua proximidade de tal maneira que podemos chamá-Lo de “nosso”. Esse é um conceito notável: podemos pensar a respeito do infinito e ainda assim chamá-lo de nosso. O fato de Deus permitir que O chamemos de noso Deus é o maior presente possível.
A Shemá termina com “o Senhor é UM”. Aqui estamos a dizer que não importa de quantas maneiras diferentes experimentamos Deus, todas elas têm uma mesma fonte.
Sh’vat Sexta-Feira, 04 Janeiro 2008
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Os 72 nomes de Deus Quinta-feira, 20 Dezembro 2007
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Todo mundo vai concordar comigo se eu disser que a raiva é uma coisa ruim, certo? Pois bem, o que a Cabala nos ensina é que a raiva é muito semelhante à idolatria.
Só pra reavivar a memória dos que não lembram, a idolatria “infringe” o segundo mandamento:
Não farás imagem esculpida, nem semelhança alguma do que há em cima nos ceús, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não adora-las-á, nem prestar-lhes-á culto, por que eu, YHVH, teu Deus, sou Deus zeloso, e que puno o erro dos pais nos filhos até sobre a terceira geração e sobre a quarta geração dos que me odeiam, mas que uso de benevolência para com até a milésima geração dos que me amam e que guardam os meus mandamentos.
Sentiram que não dá pra brincar, né?
Pois é, saiba então que toda vez em que nos irritamos com algo, estamos dando muita energia/crédito/poder a esse algo. Isso é a mesma coisa que idolatrar.
Digamos que, você está dirigindo e de repente o carro apaga. O que você faz? Procura ajuda ou dá com a testa no volante pra descontar um pouco da raiva? Manter a calma nessas horas é melhor do que bater cabeça para a divindade automotiva – porque ao fazê-lo, deixamos que algo exterior à nossa alma nos tire o controle.
E perder o controle é a essência do comportamento reativo…portanto da próxima vez em que uma situação dessas ocorrer, mantenha a calma e confie que tudo vai dar certo.
