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Meses de negatividade – parte 2 Sexta-Feira, 24 Julho 2009

Posted by J. Roveda Jr. in Astrologia, Cabala.
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meses

Eu mesmo fiquei espantado ao ver que publiquei lá atrás, em abril de 2008, um post que tinha parte 1 e que depois disso não tinha completado o raciocínio. Isso foi muito Marte em Gêmeos da minha parte. Mas como diz o ditado “antes tarde do que nunca”: segue aqui a segunda parte do texto.

No primeiro post eu falo que são três os meses considerados negativos e explico um deles: Leão. Vejamos agora Câncer, chamado de Tammuz.

Câncer é um signo regido pela Lua. Assim como acontece com Leão, a Lua não “divide” seu regente com mais ninguém. Além disso, a Lua não tem um domicílio diurno, o que faz com que sua atuação seja sempre indireta. Lembrando um pouquinho de astronomia: a Lua reflete a luz emitida pelo Sol.

A energia da Lua sempre será Yin/passiva. Se em Leão a força está sempre a 100% sem nunca baixar, na Lua a força está no máximo a 25%. Isso não é nem melhor nem pior do que o Sol, apenas diferente em intensidade.

Em Leão tudo é para fora, tudo se externaliza, tudo brilha com uma potência asustadora. Em Câncer é justamente o contrário: tudo se recolhe, todos buscam proteção, abrigo, conforto. Parece que estamos no modo de economia de energia. O medo da perda se instala e nos tornamos mais reativos, mais propensos a defender aquilo que é nosso. Essa constante preocupação acaba por gerar sofrimento. Esse sofrimento vem do apego ao que é físico – portanto transitório.

Se ao longo desse mês conseguirmos prestar atenção ao que transcende a matéria, podemos escapar da negatividade de Câncer.

O próximo mês é Tevet/Capricórnio, mas fica pra outro post (que eu espero não levar muito tempo pra entrar no ar).

Elul (Virgem) Quarta-feira, 27 Agosto 2008

Posted by J. Roveda Jr. in Astrologia, Cabala, Kaballah, Kabbalah.
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Ani ldodi vdodi li

 

 

No próximo 31 de agosto (mais precisamente ao pôr-do-sol), adentraremos o mês de Elul – que corresponde ao signo de Virgem – no calendário cabalista.

Cabe uma observação aqui: você deve saber que o Sol já entrou no signo de Virgem no último dia 22. O calendário judaico se baseia nas posições tanto do Sol quanto da Lua para marcar o início de cada mês – por isso a data ligeiramente diferente.

Como último mês antes do ano-novo, Elul é tido como um mês de introspecção. Esse é o momento de analisarmos tanto nossas atitudes passadas como nossa caminhada espiritual.Essa análise obviamente demanda uma grande dose de discernimento, senso crítico, e até uma certa frieza em sua execução. Nenhum outro período do ano é tão favorável a isso quanto o mês de Elul, que coincide com o período em que a energia divina nos é apresentada sob a formatação do signo de Virgem.

O calendário pode ser visto como um grande prisma cósmico. Quando projetamos um feixe de luz branca sobre um prisma físico, aparecem do outro lado vários feixes de cores diferentes, que nada mais são do que diferentes espectros da mesma luz branca. Podemos aplicar o mesmo princípio aos 12 signos: quando a Luz (energia divina) passa através deles, assume cores e tons diferentes, afetando a humanidade como um todo.

É ao longo desse período em que nos purificamos a fim de retornarmos à essência divina –  processo que em hebraico é chamado de teshuvá. Desse modo, ao longo dos próximos 28 dias, devemos entrar em profunda reflexão a respeito da seguinte pergunta:

O que estou fazendo para tornar esse Universo melhor – para mim e para outros seres?

Sh’vat Sexta-Feira, 04 Janeiro 2008

Posted by J. Roveda Jr. in Cabala, Kaballah, Kabbalah.
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tetragrama

Sh’vat é o mês referente ao signo de Aquário e nele comemora-se o chamado “ano-novo das árvores”. Sh’vat é o décimo-primeiro mês do calendário judaico (assim como aquário é o 11º signo) e seu 15º dia, na lua cheia, tem relação com o sagrado nome de Deus, composto por quatro letras e chamado de tetragrama.
 
A importância desse nome é tanta que os judeus não o pronunciam. Na Torah (os cinco primeiro livros da Bíblia) Deus chamou a Si mesmo por esse nome ao falar com Moisés. É considerado como o mais “pessoal” dos nomes de Deus e chamá-Lo por tal seria como dirigir-se a um rei sem respeitar nenhum protocolo.

As quatro letras que formam esse nome são YOD – HE – VAV – HE. Assim como escrevem o nome de Deus, essas letras formam tudo no universo. São as quatro forças primordiais. E cada uma delas tem um valor numérico específico. É aí que entra a relação com Sh’vat.
 
Yod + He tem o valor numérico de 15 – correspondem, desse modo, ao dia 15 do mês.
Vav + He tem o valor numérico de 11 – correspondente ao mês 11 – Sh’vat. O dia 15 de cada mês hebraico cai sempre na Lua Cheia. Essa fase da Lua sempre acontece quando o Sol encontra-se em um signo e a Lua em seu oposto complementar. Se estamos falando do 15 de Sh’vat, estamos falando – novamente – dos signos de Leão e Aquário.
 
Eu já escrevi anteriormente sobre a chegada do messias e a alma gêmea, relacionados ao Sol em Leão e a Lua em Aquário. Mas agora a situação se inverte. É o Sol em Aquário e a Lua em Leão. Se no primeiro tínhamos a vinda do Messias à Terra como o noivo que vem ao encontro de sua alma gêmea, agora temos a noiva que vai de encontro a seu amado.
 
Isso, em termos práticos, quer dizer que é o momento de nos elevarmos em direção ao Criador.
 
Como? Eu conto em outro post!