Perfumes inspirados no Tarô quarta-feira, 24 fevereiro 2010
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Pois foi somente depois de uma amiga minha me chamar a atenção para os novos perfumes da dupla Dolce & Gabbana que eu me dei conta de que as fragrâncias levam o nome de alguns Arcanos Maiores. Eu já tinha visto o anúncio principal mas perdi esse detalhe.
Os perfumes são: Le Bateleur (O Mago), L’Imperatrice (A Imperatriz), L’Amoreux (Os Amantes), La Roue de la Fortune (A Roda da Fortuna) e La Lune (A Lua), cada um deles representando um arquétipo diferente. De acordo com a dupla, todos nós temos um sedutor, uma estrela, um encantador, um jogador e um sonhador dentro de nós. Também cada um deles é marcado com o número correspondente ao Arcano que representa.
Talvez, em função de todo o fascínio que o Tarô exerça sobre as pessoas, os rótulos dos perfumes sejam simples.
Ah, antes que alguém se pergunte: não eu não estou ganhando nada pra divulgar o perfume. Eu nem ao mesmo uso Dolce & Gabbana. Com o Ascendente em Câncer eu precisava de algo mais…reconfortante, por isso a escolha foi Le Male, do Jean Paul Gaultier, que tem cheiro de baunilha.
Arcano IV – O Imperador quinta-feira, 10 janeiro 2008
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Essa carta mostra um homem em um trono sólido e estável. O Imperador é o símbolo da estabilidade, por isso mesmo é a imagem de um homem sentado. O Imperador – ao contrário de sua esposa – é autoritário, e impõe seu poder através do medo segurando o cetro firmemente para demonstrá-lo. Ele não pede, manda. Suas pernas estão cruzadas formando um quatro (símbolo da matéria no Tarô), e seu trono tem o mesmo escudo da Imperatriz. Olha para trás a fim de rever os obstáculos que venceu para chegar à sua posição atual, afinal superou muita coisa com sua coragem e vontade de seguir adiante. O Imperador é antes de tudo um guerreiro, que soube derrubar tudo o que estava em seu caminho a fim de vencer.
Simboliza um poder mantenedor, e se expressa mais fortemente no plano material.
Mostra em nós, a capacidade de fazer ordem do caos, de organizar e estruturar tudo aquilo que nos cerca.
Palavras-chave: poder, estabilidade, energia, coragem, apoio, proteção, tirania, autoritarismo, egoísmo, inflexibilidade, autoridade, domínio, violência, estagnação.
Arcano III – A Imperatriz quarta-feira, 02 janeiro 2008
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Novamente encontramos uma mulher sentada em um trono. Dessa vez, no entanto, ela não está vestida com roupas que lembrem uma sacerdotisa: podemos ver que ela ocupa outra posição. No terceiro arcano do Tarô, encontramos o princípio masculino do Mago com a sensibilidade da Papisa. A Imperatriz olha para a direita (futuro) enquanto repousa em seu trono. Segura um cetro de forma descansada, pois não faz uso do mesmo para governar. Ela é a “mãe” de todos os seus súditos e por essa razão exerce seu poder sobre eles: é um poder baseado no respeito mútuo e não no autoritarismo. A Imperatriz é firme em suas colocações, porém o faz de forma gentil; ela não manda, pede e é prontamente obedecida. E se os seus súditos precisarem que ela se sacrifique, ela o fará com prazer.
Em comparação à figura da lâmina anterior, a Imperatriz é muito mais ativa. Esse arcano também tem o seu lado negativo: a fim de satisfazer as próprias vontades, a Imperatriz não pensa nos outros. Torna-se exigente demais e nada parece satisfazê-la.
Palavras-chave: proteção materna, generosidade, respeito, tato, encanto, poder criador, multiplicação, afetação, futilidade, devassidão, instatisfação, auto-sacrifício, amor, sedução.
Arcano II – A Sacerdotisa quarta-feira, 26 dezembro 2007
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Essa carta mostra uma mulher sentada tranqüilamente em um trono. É o princípio feminino no Tarô e todos os seus atributos (passividade, receptividade, yin, intuição). A Papisa é receptiva, intuitiva, aberta às boas influências do universo. Ao contrário do Mago, que está demonstrando suas habilidades, a Papisa esconde alguma coisa. Na verdade seu papel é esse: guardar alguma coisa. Sua imagem é análoga a de uma mulher grávida que espera pacientemente sem poder acelerar o curso da gestação. Seu conhecimento é mais intuitivo do que racional. Ela não sabe, sente. Sua percepção das coisas se dá de um modo que nem todas as pessoas podem captar.
É uma carta que amplia, que concede poder a outras cartas do Tarô. Por seu estreito contato com o mundo invisível, no entanto, a Papisa pode perder contato com o mundo real e achar que tudo e todos ao seu redor são hostis, isso a tornaria demasiadamente dissimulada com as pessoas que a cercam. Nesse arcano, assimilamos o que aprendemos no arcano anterior (Arcano I).
Palavras-chave: passividade, intuição, dualidade, sensibilidade, adivinhação, gestação, reflexo, resignação atividade interior, dissimulação, fechar-se em relação aos outros.Palavras-chave: passividade, intuição, dualidade, sensibilidade, adivinhação, gestação, reflexo, resignação atividade interior, dissimulação, fechar-se em relação aos outros.
Arcano I – O Mago quarta-feira, 19 dezembro 2007
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Ponto de partida de tudo no Tarô (pois o estado representado pelo Louco ainda é imanifesto), aqui tomamos consciência de nossas capacidades embora tenhamos ainda muito a aprender. Em alguns Tarôs, O Mago é análogo ao deus grego Hermes e dele herdamos a clareza em relação às nossas potencialidades, a astúcia e a lógica. De posse dessas “armas”, podemos conquistar qualquer coisa. Também dispomos de malícia, em contraponto à ingenuidade do Louco. Essa lâmina é por si só, representante do princípio masculino e todos os seus atributos (iniciativa, atividade, movimento, calor, yang, raciocínio) no Tarô. Sabemos como lidar com as pessoas, conseguimos nos comunicar e vamos em frente. É o poder criador do homem, sua autoconfiança e plena posse das faculdades físicas.
Carta de forte ressonância material ou mental (aspectos mais fortes do Mago), sem nenhuma ressonância espiritual.
Palavras-chave: Inteligência, habilidade, consciência do potencial que se tem, capacidade, atividade, dinamismo, poder criativo, ação, impulsividade, demonstração, exibicionismo, charlatanismo, nervosismo, novidades, irresponsabilidade, compreensão, inaptidão para realizar o que foi proposto.