Merecimento Terça-feira, 21 Julho 2009
Posted by J. Roveda Jr. in Cabala, Kaballah, Kabbalah, The Secret.Tags: felicidade, prosperidade, saúde
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Sou merecedor.
Mereço tudo o que é bom.
Não uma parte, não um pouquinho,mas tudo o que é bom.
Agora me afasto de todos os pensamentos negativos, restritivos.
Liberto e deixo ir todas as minhas limitações.
Em minha mente, sou livre.
Agora me transporto para um novo espaço de consciência, onde estou disposto a me ver de maneira diferente.
Estou decidido a criar novos pensamentos sobre mim mesmo e minha vida.
Meu modo de pensar torna-se uma nova experiência.
Eu agora sei e afirmo que sou uno com o Poder de Prosperidade do Universo.
Assim, prospero de inúmeras maneiras.
Está diante de mim a totalidade das possibilidades.
Mereço vida – uma boa vida.
Mereço amor – uma abundância de amor.
Mereço boa saúde.
Mereço viver – com conforto e prosperar.
Mereço alegria e felicidade.
Mereço a liberdade – de ser tudo o que posso ser.
Mereço mais do que isso. Mereço tudo o que é bom.
O Universo está mais do que disposto a manifestar minhas novas crenças.
Aceito essa vida abundante com alegria, prazer e gratidão, pois sou merecedor.
Eu a aceito; sei que é verdadeira.
Sou grato a Deus – por todas as bênçãos que recebo.
- Louise L. Hay
Citação Quinta-feira, 09 Julho 2009
Posted by J. Roveda Jr. in The Secret.Tags: árvore, bem
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“Nenhuma atividade no bem é insignificante. As mais altas árvores são oriundas de minúsculas sementes e o bem que praticares em algum lugar é teu advogado em toda parte.” – Chico Xavier
Texto de outrem Sexta-Feira, 29 Maio 2009
Posted by J. Roveda Jr. in Cabala, Kaballah, Kabbalah, The Secret.Tags: compaixão, palavras, poder, solidariedade
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O texto abaixo não é meu. Foi mandado via e-mail por uma leitora de Portugal. Achei interessante, pedi autorização e resolvi postá-lo aqui.
Queridos Amigos:
O desabafo de uma amiga sobre a “falta de tempo” para a partilha e solidariedade entre as pessoas fez-me pensar que:
O “tempo” é o que queremos que seja, normalmente é o ego e não a consciência superior que trata da nossa agenda, assim, as nossas prioridades nem sempre são aquelas que poderiam trazer mais proventos a essa mesma consciência.
Mais ainda, usamos e abusamos do factor tempo, ou da falta dele, como argumento e desculpa para tudo, que pelas mais diversas razões não fizemos, mas que a nossa intuição nos alertou a fazer…
As nossas escolhas, e em tudo na vida, são a emissão de onda que vai retornar a nós, mais fortalecida, com o conteúdo que emitimos.
Daí, que a selecção de como ocupamos ou usufruímos do tempo é algo fundamental, e que deve estar sempre norteada pela aprendizagem e o serviço.
Nunca devemos esquecer, que há momentos em que precisamos de “sentir” os outros e estes parecem ausentes, mas será que estamos nós presentes, quando os outros precisam de nos “sentir”?
Actualmente, e cada vez mais, está actuante a Lei Universal da Atracção.
Não há mais forma de culpar quem quer que seja, do que quer que seja.
O que somos e como somos transforma e recria a nossa perspectiva do palco e da actuação dos demais actores, com quem, noutras paragens e no mais profundo amor, ensaiamos a obra da vida presente.
Interiorizar esta regra é fundamental, até porque as nossas “ondas de emissão” têm vários canais desde os mais densos aos mais subtis. A palavra de ordem é!!!“Atenção” !!!.
- Atenção ás palavras, mas mais ainda á vibração das mesmas.
- Atenção aos pensamentos – á qualidade e utilidade dos mesmos.
- Atenção á energia que colocamos nos pensamentos e nas palavras, pois como disse o Galileu: “Vós sois capazes de mover montanhas”, e assim é!
O nosso poder é imenso assim o saibamos usar a favor, ou contra o nosso crescimento consciencial ou religação espiritual.
Que a nossa onda seja cada vez mais, e em todo momento:
Bodhicita = Compaixão = Amor Incondicional
Ou seja: Compreender, Aceitar e Amar….
Ceticismo, sempre há Quinta-feira, 26 Março 2009
Posted by J. Roveda Jr. in Cabala, Kaballah, Kabbalah, The Secret.Tags: ceticismo, mente, pensamento, segredo
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Muita gente assistiu a O segredo, né? Até os que não gostam de admitir o assistiram.
Pois bem, quantos ficaram ricos depois de assistir ao filme? Quantos encontraram o amor de suas vidas? Pouca gente, né?
Agora eu pergunto: alguém seguiu à risca o que o filme ou o livro mandava? Não. Aparentemente todo mundo achou aquilo meio idiota e não seguiu as instruções – talvez por parecer simples demais.
Conheci, certa vez, um senhor com uma boa ênfase em Virgem que dizia o seguinte: O difícil é fazer fácil! E ele estava, ao dizer isso, coberto de razão.
Creio que as pessoas até se decepcionaram com o filme porque esperavam alguma fórmula mágica (três pulinhos pra frente, meia volta pra direita em uma noite de lua cheia de setembro…ou algo que o valha) mas se depararam com uma coisa simples: o poder do pensamento.
Mas daí entrou o ceticismo…que é uma armadilha da mente e bagunçou exatamente o que precisava ser mexido: o pensamento. Ao invés de a gente observar os pensamentos ou mesmo fazer as visualizações, achamos tudo ridículo e desacreditamos de tudo.
Realmente, assim não tem Segredo que dê jeito…
Vampiros (praticamente um folhetim) Quarta-feira, 28 Janeiro 2009
Posted by J. Roveda Jr. in The Secret.Tags: amigos, influência, vampiros
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A fim de preservar a identidade dos participantes, a história a seguir vai usar nomes falsos.
Augusto e Henrique são amigos há muito tempo (desde a infância, podemos dizer). Embora Augusto se defina como “pra casar” Henrique é um solteirão assumido. Pois bem, Augusto arruma uma namorada fixa aqui e ali, mas no fim das contas Henrique acaba por lhe enfiar algumas bobagens (regadas a álcool) cabeça adentro.
Eis que um belo dia, Augusto conhece Daniela, acha-a medianamente interessante mas nada que inspirasse uma movimentação unilateral.
Se ela sinalizar, eu me mexo. Senão, eu fico do jeito que estou mesmo.
Ah, esqueci de mencionar: Augusto, Henrique e Daniela trabalham todos no mesmo ramo – embora Daniela seja de uma outra empresa. Isso quer dizer que praticamente todo dia, Augusto e Henrique se falam. O que não é necessariamente bom, dado o fato de que metaforicamente falando, Henriqe enfia suas presas no pescoço de Augusto sempre que pode.
Pois bem, em função do trabalho, Augusto e Daniela têm se encontrado com alguma frequïencia, mas Henrique só ouve falar. Certo dia, em um congresso, a dupla de solteiros encontra a menina que está disponível. Augusto a apresenta a Henrique que faz cara de paisagem. Até que, horas depois, os dois rapazes tenham a oportunidade de conversar longe de Daniela. É aí que Augusto fica sabendo que seu amigo achou a menina gorda demais/magra demais, alta demais/baixa demais, bonita demais pro amigo/feia demais pro amigo…(e aqui vocês escolham o argumento que melhor lhes couber, porque é só pra ilustrar o quanto um bota pilha no outro).
Augusto titubeia depois de ouvir seu amigo enquanto Daniela – que é bem mais consciente de si – vai aproveitar a vida.
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Eu sei que a história acima é literatura de quinta categoria, mas é real. Esse tipo de situação acontece e o que eu realmente quero dizer vem agora.
1) é incrível como amigos podem nos influenciar – pro bem ou pro mal;
2) é incrível como um amigo vampiro em nossas vidas pode nos causar atrasos e mais atrasos;
3) acreditem ou não: como todo bom vampiro, o amigo do textinho acima é tão sedutor e tão interessante que além de empatar a vida de sua vítima, não deixa ela tomar consciência disso…afinal ele é um cara tão legal…