Karma

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Karma

Assim como ela planta, ela colhe. Tal é o campo do Karma

4 e 5, Deus e o Diabo e oportunidades perdidas

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Não, gente, esse não é um post sobre Numerologia. O assunto aqui são os planetas Júpiter e Saturno.

Para quem conhece glifos astrológicos, não é difícil fazer a associação com a forma dos números 4 (no caso de Júpiter) e 5 (no caso de Saturno). Júpiter é a sorte, as oportunidades inesperadas, a maré de coisas boas que podem fazer com que o indivíduo sinta-se onipotente.

A figura de Zeus na mitologia grega explica muito sobre a ação desse planeta em nossos mapas. Em Júpiter tudo é fácil, tudo é tranquilo, tudo bem de mãos beijadas. Com isso corremos o risco de nos tornarmos indolentes. E essa pode ser uma manifestação ruim do Júpiter.

A fim de que Júpiter possa ser contido em sua galopante expansão/crescimento/engorda, há de se fazer uso de um planeta um tanto mal-visto pela Astrologia tradicional: Saturno. Enquanto Júpiter fala de prosperidade, abundância e desenvolvimento, Saturno fala de pobreza, escassez e enfraquecimento. Mas o Senhor do Tempo não é somente ruim. Saturno nos fala também de estruturação, disciplina, trabalho, esforço.

Precisamos de Saturno, a fim de que o Júpiter possa ser melhor aproveitado.

Senão é aquilo: novas oportunidades aparecem, mas nunca estamos prontos.

Aniel

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aniel

Anjo Aniel, Senhor da Alegria, o meu coração rejuvenesce quando a tua Luz o ilumina.

Peço-te que me libertes de todos os desgostos de todas as cargas demasiado pesadas, pois desejo avançar depressa neste caminho que a tua Luz abra perante mim.

Peço-te, também, que fortaleças a minha vontade pois, com essa graça poderei ter êxito em tudo; tudo! Ajuda-me Senhor.

Irmãos e Irmãs d’Alma

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O texto a seguir é de autoria de Maria Adelina de Jesus Lopes.

Ah, Amigo! Quantas milhas caminhei contigo
Séculos transpassamos, em mares navegamos
Em savanas escaldantes nos confrontamos
Pelas estepes geladas nos amamos

Ah, Amigo! Em quantas vestes te vi sorrindo

Nos céus universais, em pergaminhos de luz
Redigimos o guião, da história do agora
E daquelas, que afloram na memória
Ah, Amigo! Quanta fadiga, quanto brio
Na feitura do papel para o jogo continuar
Os dardos, são dever, em pontaria certeira
Permites aos outros, a faculdade do crescer
Ah, Amigo! Em gratidão te abençoo
Lembra que dever é também para contigo
Enquanto os séculos fortalecem a razão
É tempo, de reacender a Luz no teu coração
Ah, Amigo! Os Anjos vieram aprender contigo
No teu papel, o dom da entrega, da abnegação
Mas lembra que tudo não passa de ilusão
Pois tu és parte integrante da ascensão
Ah, Amigo! Quantos trilhos podes Ser
O Pó da Paz que levantas ao andar
A Acção de te saberes Divino
Pela Verdade da Alma te guiar
Ah, Amigo!
Remete ao céu o que já não condiz com a Luz do teu caminhar, pois esta, é quanto basta para aos outros alumiar…

A árvore da Vida e Os Dez Mandamentos

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A Árvore da Vida está diretamente ligada aos Dez Mandamentos, não só pelo número de Esferas. O texto bíblico nos diz que os Dez Mandamentos foram dados a Moisés duas vezes: uma de maneira oral e outra escrita em pedra. Isso nos mostra que os mandamentos contém duas naturezas: uma cujo significado é aberto a todos e outra cujo significado é oculto.

Pensemos que naquele estado de evolução do ser humano não havia como ele absorver toda a informação, por isso parte do conhecimento foi omitida.

Os Mandamentos são:

Não terás outro deus: indica que quando colocamos “deuses” menores como dinheiro, fama, sexo ou outros valores passageiros antes do Divino, não podemos atingir nenhuma graça.

Não farás para ti nenhum ídolo: não devemos ter uma única e certa imagem de Deus em nossas mentes, o Divino pode assumir qualquer forma, ter qualquer cor, qualquer aparência. Pensar em uma única forma para Deus exclui qualquer outra manifestação.

Não tomarás em vão o nome do Senhor: usar apenas um nome de Deus – ancorando, portanto, apenas a energia da misericórdia, sem que essa seja equilibrada com a da justiça é algo perigoso.

Lembra-te do dia de sábado para santificá-lo: esse mandamento é para que ao menos uma vez por semana tenhamos um tempo para nós mesmos, a fim de nos livrarmos do estresse.

Honrarás pai e mãe: lembremos de que existem em nós as polaridades yang e yin. Além disso, é preciso que respeitemos as leis e costumes da época e local de nosso nascimento, mesmo que não concordemos com elas.

Não matarás: a palavra na realidade é “assassinar”, o que significa destruir a sua própria vida espiritual e a dos outros.

Não cometerás adultério: significa misturar duas coisas cuja natureza é conflitante. Pessoas que estejam juntas mesmo que esse relacionamento seja ruim do ponto de vista mental/emocional/espiritual mas que não conseguem se separar estão cometendo esse tipo de adultério.

Não furtarás: o roubo de idéias, ou de partes da vida de alguém.

Não darás falso testemunho: o lashon hará, já mencionado aqui antes, que é tão grave quanto assassinar alguém.

Não cobiçarás a mulher do próximo ou seus pertences: seja grato pelo que você tem de modo que suas posses aumentem. Quando focamos no que o outro tem ou conquistou, isso cria em nós ressentimento, que é uma maneira de nos sentirmos vazios.

Download 72 nomes de Deus

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Revelando o oculto

Mais um papel de parede gratuito na página de downloads.

Ser solar ou ser lunar…

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Esse post leva um pouco adiante o tema do post anterior, que fala sobre Alice.

Tipheret, a Esfera que corresponde ao Sol astrológico e que representa a real percepção que temos de nós mesmos e que é muito diferente daquilo a que somos condicionados (que é algo lunar). Como todos temos um signo solar, é para ele e suas características que devemos olhar com o intuito de evoluirmos. Tipheret, o ponto mais alto da evolução humana, é onde o Divino encontra o mundano. Tipheret é chamada de “Rosto Menor” ou o “Semblante Menor”, por ser considerada uma fração de Kether, o “Grande Rosto/Semblante”. Não por acaso as religiões politeístas cultuavam divindades solares, como Rá, Apolo, Amaterasu, e algumas divindades hindus – sem falar em outros.

Pessoas que não se identificam com seu signo solar, provavelmente estão mais voltadas para seu signo lunar ou ascendente, o que pode ser visto como uma involução ou no mínimo estagnação.

Yesod é uma casca que envolve a alma a fim de que esta re relacione com Malkuth, Hod e Netzach. No entanto, é preciso abandonar essa casca a fim de que cheguemos a Tipheret. Sem deixar para trás os condicionamentos impostos não há como haver clareza nem consciência.

Malkuth é a mais baixa das Esferas da Árvore da Vida. É ela quem dá forma e substância à matéria. Assim como é ela que serve de veículo (como um invólucro) para a Luz em nosso meio, o Ascendente é a máscara que nos protege/contém em sociedade.

Uma bom exercício é ler sobre as características de seu signo solar, lunar e ascendente e ver com qual deles você tem maior identificação. Há mais sintonia com qual grupo de características? Você age por impulso? Por comodidade ou reação automática? Ou age de forma consciente?